Inconseqüente
Como um verme,
O homem, mata, destrói e
maltrata
A mãe natureza, a si próprio
Transformando rios e lagos
Em grandes mares, podres de
poluição.
O vento, já não sopra mais
A brisa fresca vinda dos campos
e colinas.
Pois com ele a poluição se faz
presente
Dos carros e caminhões
Que passam para lá e para cá.
Os abutres e urubus voam
comemorando
Fome e miséria em quase todo
lugar.
Há! Quanta tristeza,
Até a última vaca do pasto,
Hoje tenho que sacrificar.
Neutralizados, meu olhos choram
Ao ver diante de mim,
Tanta dor e sofrimento
Que o inconseqüente homem insiste
em criar.
Linhas de um Caderno Antigo /Sydenilson Santos
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